Planejamento tributário para empresas

Regime, Fator R, pró-labore, retenções e créditos conferidos com os números da empresa. Comece pelo Diagnóstico Tributário, com análise dos últimos 12 meses.

O que é

Escolher, entre as opções que a lei permite, a que pesa menos no seu caso

Planejamento tributário é a análise de regime, enquadramento, folha e operações antes de o imposto ser pago. Usa só o que a legislação admite. Não envolve omitir receita nem simular operação.

O que o planejamento olha

  • Regime: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, com faturamento, folha e margem reais
  • Fator R e pró-labore, no Simples Nacional
  • Enquadramento das atividades e dos produtos
  • Retenções em notas de serviço
  • Créditos pagos a maior nos últimos cinco anos, dentro do prazo do art. 168 do CTN

O que ele não faz

  • Não promete percentual de economia antes de ver os números
  • Não troca de regime sem comparar o custo de cada um
  • Não esconde faturamento nem cria despesa sem operação real

Regimes

O que muda no imposto de cada regime

Resumo geral. O regime certo depende dos números da empresa, e só a conta mostra qual é.

RegimeComo o imposto é calculadoQuando costuma ser analisado
Simples NacionalAlíquota por faixa da receita dos últimos 12 meses, com anexo definido pela atividade. Limite de receita bruta anual de R$ 4,8 milhões.Empresas pequenas com folha relevante, onde o Fator R (limite de 28%) pode mudar o anexo.
Lucro PresumidoIRPJ e CSLL sobre a receita multiplicada por um percentual de presunção que varia com a atividade, mais PIS e Cofins pelo regime cumulativo.Margem real acima da presumida, e empresas fora do Simples.
Lucro RealIRPJ e CSLL sobre o lucro contábil ajustado, com PIS e Cofins não cumulativos. Obrigatório acima de R$ 78 milhões de receita anual e em casos previstos em lei.Margem baixa, prejuízo, despesas altas ou muito crédito de PIS e Cofins.

Quando revisar

Cinco situações em que vale refazer a conta

Quem só confere o regime na abertura costuma pagar o imposto que escolheu há anos.

  • O faturamento cresceu ou caiu de forma relevante
  • A empresa contratou funcionários ou mudou o pró-labore
  • Mudou a atividade, o município ou o tipo de venda
  • Começou um novo ano e o regime pode ser revisto
  • A Reforma Tributária passou a afetar o preço ou a nota fiscal

O ponto de partida é o Diagnóstico Tributário: análise dos últimos 12 meses e um mapa por escrito do que pode ser ajustado.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre planejamento tributário

Planejamento tributário é legal?

Sim, quando usa as opções que a lei oferece, como a escolha do regime e o enquadramento correto. É diferente de sonegação, que é crime.

Com que frequência o regime deve ser revisto?

Ao menos uma vez por ano, e sempre que houver mudança relevante de faturamento, folha, atividade ou legislação.

Quanto a empresa vai economizar?

Depende do caso. Só dá para dizer depois de comparar os regimes com os números reais, e há empresas em que o regime atual já é o melhor.

Preciso trocar de contador para fazer o planejamento?

Não para o Diagnóstico Tributário. A troca só entra na conversa se você quiser que a Estratech cuide da rotina mensal.

O planejamento vale para médicos e clínicas?

Sim, com regras próprias de enquadramento. Veja a página de contabilidade para médicos e clínicas.

Próximo passo

Descubra o que o planejamento tributário mostra na sua empresa.

Conte o ramo, o regime atual (se souber) e o que você quer resolver. Respondemos no mesmo dia útil, pelo WhatsApp.

Peça seu diagnóstico

Três campos. A mensagem abre pronta no WhatsApp para você revisar e enviar.