Em muitas empresas o imposto é calculado todo mês no automático e ninguém para conferir se o cálculo está certo. Isso não significa que há erro. Significa que ninguém olhou.
Quatro pontos valem a conferência.
1. O tipo de tributação. Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real: o mais barato depende de faturamento, folha de pagamento e margem. Se o negócio mudou, a resposta pode ter mudado. Pergunte ao seu contador quando foi a última comparação feita com números reais.
2. Produtos que já chegam com imposto pago. Alguns produtos têm PIS e Cofins cobrados na fábrica ou o ICMS recolhido antes da venda. Se a empresa paga de novo na venda, paga duas vezes. Vale para comércio, distribuidoras e farmácias, entre outros.
3. A relação entre folha e faturamento. No Simples Nacional, para algumas atividades de serviço, o peso da folha de pagamento sobre o faturamento muda a alíquota. A retirada dos sócios entra nessa conta.
4. Imposto descontado nas suas notas. Quando o cliente retém imposto da sua nota de serviço, o valor precisa estar certo e ser aproveitado na apuração. Retenção errada ou esquecida vira dinheiro parado.
Nem todos os pontos valem para todas as empresas, e o resultado depende de cada caso. Só a análise das notas e da apuração dos últimos meses mostra o que se aplica. Se não houver nada a corrigir, dizemos isso.
No Diagnóstico Tributário gratuito, olhamos os últimos 12 meses, fazemos uma reunião de 45 minutos e entregamos o Mapa do Imposto por escrito.
Felipe Cavalcante, Contador, CRC/MT 022281